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Como Estruturar Seu Negócio Para Bombar Na Web

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Rio - Um mês após dizer que a vereadora Marielle Franco (Psol) "estava engajada com bandidos", a desembargadora Marília Castro Neves publicou uma carta pedindo desculpas à vereadora, nesta quarta-feira. O texto é 5 Conselhos De Camila Porto Pra Fazer Sucesso No Facebook . No mês passado, a magistrada questionou como professores com Síndrome de Down poderiam aconselhar em sala de aula.


Em ligação à vereadora, a magistrada pediu desculpas e admitiu que reproduziu as informações da Web sem checar antes a veracidade. Na mesma carta, a desembargadora também disse o deputado federal Jean Wyllys (Psol). Em uma publicação em mídia social, ela havia afirmado que o parlamentar merecia deslocar-se para um paredão (de fuzilamento) "a despeito de não valha a bala que o mata".



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A respeito da postagem, na época, Marília disse que fez "uma ironia com o suporte declarado do deputado ao regime cubano" e que não defende "o paredão". Estou escrevendo para agradecer a carta que você me determinou e lhe dizer que tuas expressões me fizeram raciocinar muito. Bem mais do que as centenas de ataques que recebi nas últimas semanas.


Desculpe a demora na resposta mas eu necessitava Mídias sociais: Qual é A Melhor Para Sua Organização? . Tenho sofrido muito desde que fui atropelada na divulgação de comentários meus, postados em grupos privados - restritos a colegas da magistratura. Contudo alguém resolveu torná-los públicos. Como O Instagram De Um Inexato Migrante Africano ‘enganou’ A Web haviam sido postados há em tal grau tempo que eu nem sequer me lembrava deles. A repercussão foi imensa.


Desde deste modo decidi me recolher. Chorei, fui abraçada e pensei muito. Minhas posições pessoais jamais interferiram nas minhas decisões, conhecidas por serem técnicas e, por isso mesmo, quase sempre acompanhadas unanimemente pelos meus colegas de turma julgadora. Hoje, contudo, percebi que, inclusive até quando meu organismo despe a toga, a mesma me acompanha aonde eu for. As considerações Victor Lopes/2018 (1º Semestre) , uma vez divulgadas, sempre terão peso, insuficiente importando ao Tribunal das mídias sociais que tenham elas sido mencionadas em feitio público ou privado e que opinião não seja sentença.


Magistrados assim como erram e, quando o fazem, incumbe-lhes desculparem-se. Esta carta é justamente isto: um pedido de perdão. Perdão, Débora, por ter julgado, há três anos atrás, ao ouvir de relance, no rádio do veículo, uma notícia na Voz do Brasil, que uma professora portadora de Síndrome de Down seria incapaz de ensinar.


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